Sou um Peopleraiser (angariador de pessoas)

Enviei este E-mail a alguns de meus recentes contatos. Talvez ele seja oportuno para você e sua organização, também.

“Tudo bem?

Pensando em você e em seu projeto, resolvi informar o que tenho feito a respeito.

Em primeiro lugar, falei com as pessoas responsáveis pelo encaminhamento de contribuições de algumas empresas sobre seu projeto. Nenhuma dessas conversas passou para o segundo estágio, infelizmente. Cem por cento deles (e esses eram meus conhecidos de longa data) esquivou-se rapidamente e nem me convidaram a ligar mais para frente ou aparecer para tomar um café, como é de praxe fazer. Coisa tá ruim.

Evidentemente, faz parte de meu trabalho desenvolver em meu caráter a persistência, que é a última a morrer. Enganam-se aqueles cuja crença está depositada na esperança, em minha opinião.

Entretanto, deixe-me aproveitar para polir um pouco a minha proposta de trabalho, pois ela foge um tantinho do trivial.

Seguinte, embora pareça meio romântico ou filosófico, há quem me tenha por velho e ultrapassado. Mas, por mais que me auto avalie, não cheguei a colocar, minhas crenças sobre o trabalho de levantar fundos, em dúvida. Acredito com todas as minhas forças na capacidade contida na contribuição de redimir os pecadores do pior pecado existente entre a nossa raça (falo dos seres humanos): a cobiça.   Ela, por si só, é capaz de destruir nações inteiras (como já aconteceu muitas vezes), pois tem a força de milhares de elefantes (se preferir use locomotivas, tratores, megatons, etc.).

Por alguma razão ainda não identificada pelos sociólogos, ao recebermos a prática de captar recursos dos países mais desenvolvidos, resolvemos escolher a fonte menos provável para buscarmos a nossa água, qual seja, as empresas. Esses países precursores na tarefa de angariar, cuja origem se encontra relatada nos livros sagrados de quase todas as religiões, sobretudo na Bíblia judaico-cristã, elegem como fonte principal a pessoa física.

Evidentemente nós, os brasileiros, somos muito mais espertos e malandros do que os gringos e ao invés de captar água na fonte fomos direto aos engarrafadores, pois isso nos poupa tempo, coisa que precisamos muito para usar no futebol, pagode, carnaval, nos happy-hours de toda as semanas e, claro, em mais um monte de outros eventos menos significantes, sem esquecer do papo furado diário no Facebook, claro.

Originalmente, as religiões buscavam e se ocupavam de buscar pessoas, ou como costumavam dizer, almas para serem levadas à salvação. Essas pessoas acabavam conscientizando-se da necessidade de contribuir, primeiro por seu aspecto libertador, depois para manter essa engrenagem funcionando e de graça, livrarem-se do maior pecado do mundo.

Por que estou mencionando essas bobagens? Simples, meu trabalho se pauta por elas. Não busco dinheiro, mas o fruto que aumente o crédito das pessoas.

Trocando em miúdos, minha especialidade é buscar, captar, angariar pessoas. Com as pessoas teremos amizade, relacionamento, talvez amor e, inclusive, dinheiro. Em outras palavras, se tivermos o número suficiente de pessoas apoiando nossos projetos, não precisaremos mais dessas alianças espúrias com o governo e das empresas, geralmente, os maiores inimigos do povo, se não me engano.

Confesso não saber objetivar dinheiro essencialmente, pior, estou careca de saber qual a razão capaz de levar as empresas a contribuírem. Elas não doam para as nossas causas e projetos (sociais, culturais, etc.), mas o fazem como recurso promocional de suas marcas e produtos. Conheço vários, se não muitos empresários, mas os busco para que se envolvam com nossas causas, pessoalmente. Aprendi isso com o ex-CEO da Microsoft Steve Ballmer, embora esse cara nem saiba de minha existência eu vi e ouvi ele dizer em entrevista do Programa Roda Viva: “Por que vocês não solicitam doações a mim, ao Bill Gates e aos milhares de empregados da Microsoft?” A Microsoft não é uma empresa filantrópica, o negócio dela é ganhar dinheiro.

Então, quero reiterar qual é o meu propósito: construir um banco de dados de pessoas físicas conhecedoras de sua organização e projetos. Em segundo lugar, desenvolver os mecanismos de comunicação com essas pessoas, as quais gosto de chamar de amigos e amigas. Finalmente, deixar que elas escolham como querem participar de nossos projetos. Por experiência e controle de resultados, sabemos que uma média entre 5 e 15% dessas pessoas farão doações regulares em dinheiro para nossos projetos. Então basta fazer as contas de quantos amigos precisaremos fazer. Certo?

Confesso ainda, minha mais completa falta de apetite em buscar recursos junto aos governos (municipal, estadual e federal) seja por doações pontuais, por incentivos e/ou as tais verbas de gabinete. Algo me diz que esses dinheiros são os mais caros para se receber. Além de seu custo material, temo pelo custo espiritual e moral. Pior ainda são os tais incentivos unindo governo e empresas, salvo engano.

Assim sendo, coloco-me inteiramente à sua disposição para construirmos a base de dados incluindo seus futuros amigos (pessoas físicas). Ficaria encantado em conhecer você, seu pessoal e sede pessoalmente.

Se tivesse obtido qualquer resultado em minha pequena busca junto às empresas que contatei, certamente lhes daria isso de coração aberto.”

Um forte abraço

Lou Mello

Consultor e Palestrante Inovador

Afinal, é lícito doar e receber doações?

 

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Afinal, é lícito doar e receber doações? Em nossos dias, a ideia desta atividade não ser correta e ética cresce descontroladamente.

Interessante perceber como ninguém defende o direito de doar ou receber doações, nem mesmo quem depende dessa atividade, seja lá em qual das formas for.

Durante milhares de anos essas duas faces de uma só moeda nunca foram questionadas. Quem ia a missa tratava de doar algum trocado no momento próprio para isso, sem pestanejar. Em outras religiões ou outras seitas, dava-se o mesmo.

A doação começou, pelo menos o primeiro relato conhecido sobre o tema é esse, com a história da doação de Caim e Abel. Interessante é notar quão dramática ela foi. Os dois foram a presença de Deus, pelo jeito o velhinho se apresentava aos homens naquela época, cada um levando sua oferta voluntária e desejando agradar a Deus. Mas aconteceu algo inesperado. Deus aceitou a oferta de Abel sem restrições, mas o mesmo não se deu com a oferta de Caim.

A razão era muito simples, o coração de Caim não era sincero. Os dois estavam corretos no desejo de agradar a Deus, mas Caim queria mais, ou seja, queria ganhar o jogo e ficar melhor na fita, em relação a Abel. Deus o reprovou e Caim adquiriu ódio mortal contra Abel e acabou matando-o na primeira oportunidade. Isso viria a render-lhe pena eterna pelo crime cometido, emitida pelo próprio juiz dos juízes.

Aí você me perguntará: adiantou? Infelizmente a resposta é: não. De lá para cá, a nossa turma humana só fez enrolar-se na questão da doação. Pior, sacerdotes inverteram o jogo e passaram eles a desejar as doações com falsos motivos. Ali pela idade média, a Igreja Cristã, ainda não reformada, começou a questionar os papas por suas “iniciativas” de captação de recursos nada éticas, como a venda de indulgências.

Pouco depois do fim da idade média, deu-se uma grande divisão na igreja cristão, dividindo-a em cristãos católicos romanos, dispostos a continuar sob a autoridade papal e em cristãos protestantes, decididos a não se submeter mais aos papas. Dentro do escopo das razões responsáveis por essa cisma, a maior parte tinha a ver com a questão das doações, tanto na via de doar, quanto na via de receber doações.

Portanto, se chegamos ao momento crítico e praticamente caótico, quase insustentável de nossos dias quanto a dar e receber, não há o que estranhar. Essa tragédia foi anunciada há muito tempo atrás. Claro está o fato de estarmos vivendo em um momento muito triste. O problema iniciado dentro da igreja alargou-se incomensuravelmente atingindo todos os pilares da sociedade. Hoje, além da igreja, há distorções horrorosas nos governos, nas escolas, nos hospitais, nas famílias e nos meios de comunicação. Somos, praticamente, um bando de discípulos de Caim e raríssimos discípulos de Abel.

De pouco adianta ficarmos no Facebook ou no Twitter invocando os espíritos maus da doação. Eles estão em todos os lados. Nos governos, nas Igrejas, nas mídias, nas escolas e nas famílias há sérias distorções nas práticas de doar e receber. Não é um problema local, mas ele tem alcance global.

Não é o caso aqui, de entrarmos nas questões teológicas. Vamos deixar isso com a minha outra personalidade (a do teólogo),  lá naquela Gruta subversiva mantida por ele e um monte de gente considerada como párias pela sociedade. Nosso negócio aqui é propor uma solução capaz de nos permitir a continuidade dessas práticas sem cair na armadilha de nos transformar discípulos de Caim e, ao contrário, seguirmos o exemplo de Abel.

Para tanto, minha sugestão é doarmos com ética e sob princípios bíblicos e o mesmo quando nossa tarefa for receber doações, fazendo todo o necessário (Marketing, propaganda e administração) de forma bíblica e ética.

Digo mais, se você e/ou sua organização, tenha ou não vínculos religiosos, mas reconhecendo o fato de sermos todos frutos de uma cultura recheada de dogmas e crenças religiosos, não sabe quais são os limites divisórios entre ser discípulos de Caim ou ser discípulos de Abel, ou sendo mais objetivo, como deve ser a doação e a recepção de doações éticas e bíblicas, então está na hora de você convocar alguém capaz de fazê-lo através de palestras ou seminários.

Com certeza a hora certa para fazer isso já passou há muito tempo. Trabalhar sob a orientação de um consultor capaz de mantê-los dentro dos limites éticos e bíblicos também é altamente recomendável.

Estou à disposição para fazer esse trabalho. Certamente não sou o único, mas não há muitos disponíveis com essas competências, por aí. A maioria trabalha mais na perspectiva de Caim, infelizmente.


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Steve Jobs sabia como conduzir uma reunião: Eis como ele fazia isso

Aos 31 anos, Steve Jobs deixou a Apple e começou a NeXT. Esta é uma visão de uma reunião da empresa, e o que você pode aprender com ele.

Justin Bariso é o fundador e líder da Insight, uma grupo empresarial de consultoria que ajuda as organizações a melhorar a sua capacidade de trabalhar globalmente.

 

Fonte: INC

Steve Jobs

Brilhante. Passional. Arrogante. Impaciente.

Estilo de gestão de Steve Jobs tem sido descrito de muitas maneiras, tanto positivos quanto negativos. Amá-lo ou odiá-lo, não há como negar o que ele realizou: Dentro de um curto espaço de tempo, ele construiu a empresa mais bem sucedida no planeta.

Antes disso, porém, Jobs foi, na verdade, forçado a sair da Apple (em 1985). Poucos meses depois, ele fundou outra empresa. Esta startup, apropriadamente chamado NeXT , focada na produção de computadores de alta potência para a indústria do Ensino Superior. A talentosa equipe deixou posições seguras na Apple e seguiu com Jobs para seu novo empreendimento – prova de o quanto as pessoas acreditavam nele.

O vídeo a seguir mostra trechos de um retiro, da empresa que Jobs orquestrava, durante os três primeiros meses dela. E é fascinante.

 

 

Steve Jobs sabia como conduzir uma reunião: Eis como ele fazia isso. As aulas para os empresários são abundantes. Eu escolhi ressaltar oito pontos que eu sinto serem dignos de nota. (Também incluí o período de tempo a partir do vídeo entre parênteses.)

Aqui estão eles:

1. Mostre sua paixão (03:46)

Jobs era conhecido como um excelente apresentador, e suas habilidades estão em plena exibição no seu discurso introdutório. Ele usa a repetição bem. Ele está entusiasmado. Ele é natural. Mas o mais importante, ele acredita no que está dizendo, e não tem medo de expor-se.

Se você não apaixonar-se por sua ideia, ninguém mais o fará.

2. Concentre-se em criação de valor  (04:50)

Jobs: “Estamos fazendo isso porque nós temos uma paixão sobre isso … porque nós realmente nos preocupamos com o processo educacional mais elevado e não porque queremos fazer um dinheirinho.. 

Como um empreendedor, não há maior sensação do que fornecer um produto ou serviço com o qual as pessoas sentem que fará suas vidas melhor.

3. Desafie sua equipe (6:15)

Ao longo do vídeo, Jobs provoca e desafia o seu pessoal. Ele não aceita qualquer coisa pelo valor de face. Ele quer saber como  as pessoas sentem o jeito que eles fazerem. E, muitas vezes, ele permite que eles saibam exatamente por que ele não concorda.

Sim, Jobs poderia ser arrogante. Mas, como Guy Kawasaki (que trabalhou por Steve Jobs duas vezes) colocou:  “Se você perguntar a um empregado da Apple por que adaptar-se aos desafios de trabalhar lá, eles vão te dizer: porque a Apple lhe permite fazer o melhor trabalho de sua carreira “.

 

4. Mantenha todos no rumo (06:53)

Jobs: “É preciso que haja alguém que é o guardião e protetor da visão …. Muitas vezes, quando você tem que andar mil milhas e você dá o primeiro passo, ele se parece com um longo caminho, e realmente ajudará se houver alguém lá dizendo: “Bem, nós estamos um passo mais perto …. O objetivo definitivamente existe; não é apenas uma miragem lá fora ‘”

Como sua empresa evolui, é fácil perder de vista o que é importante. Mudança de cultura é um perigo.

Mas é a sua empresa. Não comprometa a coisas em que acredita. É o que fez Jobs ser expulso da Apple em 1985, mas também é por isso que eles o trouxeram de volta -. E o que fez da Apple um sucesso tão grande.

 

5. Definir as prioridades certas (07:26)

Enquanto a equipe discute suas prioridades, você pode testemunhar a notável capacidade de Jobs em se concentrar no que é mais importante, e ainda mais crítico, defender por que isso é importante.

Quando os membros da equipe desafiam a prioridade número 1 (mantendo o preço do computador de US $ 3.000), Jobs defende veementemente que:

“Eles não disseram que você fez isso ir três vezes mais rápido do que pagar $ 4.000 …. Eles disseram: ‘Vá para US $ 3.000 ou esqueça.” Esse é o seu número mágico …. Ninguém mais diz se eles podem fazer isso …. Se é ou não, a realidade, quem sabe. Se é ou não, em termos de seu compromisso em empurrar-nos, nós estabelecemos isso. ”

A equipe seguiu seu exemplo, e o preço ficou sendo a prioridade número 1.

Você sabe o que é importante, mas você pode provar por que isso é importante? Se assim for, então a sua equipe vai conseguir.

 

6. Saiba quando interromper (09:52)

Uma moça membro da equipe resolve fazer um discurso. Ela continua e continua, e Jobs permanece paciente … em primeiro lugar. Mas, como ela continua sem parar, a paciência se esgota. Ele interrompe e muda o foco.

Muitos anos atrás, eu participei de uma reunião em que um membro sênior da equipe falou por 20 minutos sem interrupção. Estávamos todos pensando a mesma coisa, mas ninguém teve a coragem de interromper.

Finalmente, um outro gerente (que era novo para a empresa) respeitosamente pôr fim ao discurso, para alívio de todos. Eu aprendi muito com esse episódio.

Seja um bom ouvinte. Seja paciente. Mas saiba quando intervir, e você vai economizar muito tempo e recursos.

7. Aprenda com o passado, mas não deixe que ele possua você (11:11)

Quando um membro da equipe lamenta as falhas do passado, Jobs fala:

 Eu não quero ouvir ‘Só porque não soubemos lidar com ela da última vez, nós a explodiremos desta vez …. “Esta é uma nova janela que temos … e é uma janela maravilhosa. 

Qualquer grande empresário sabe que o fracasso é parte do processo. Quanto mais você tenta, mais você falha – mas o sucesso está lá fora. Você apenas tem que encontrá-lo.

8. Foco no positivo (12:22)

No final do retiro de fim de semana, Jobs disse o seguinte:

 Eu me vejo fazendo listas de coisas que não sabemos, e, em seguida, eu lembro que nossa empresa tem apenas 90 dias de idade. Se eu olhar para trás, para todas as coisas que nós fizemos, é realmente fenomenal quão longe nós viemos em 90 dias. 

Quando você tem um longo caminho pela frente, pode ser levado a concentrar-se no que perdeu. Sempre haverá muito o que fazer.

Lembre-se de olhar para trás, no que você já realizou, e que pode lhe dar a motivação que você precisa para avançar.

Essas são oito pontos que eu senti serem valiosos. E você? Certifique-se de comentar ou compartilhar essa conversa. Você também pode tweetar me  usando @LouMello_ ou entrar em contato comigo via aba contato & reservas  e me contratar para fazer a palestra que inclui esses ensinamentos na sua empresa, organização não lucrativa ou onde desejar. 

Tradução: Lou Mello

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Sabesp e empresa do Banco do Brasil dão R$ 1,3 mi a projeto de Neymar

 


Instituto Neymar

 

O projeto social do Instituto Neymar Junior, pertencente ao jogador do Barcelona, tem como principais financiadores a Sabesp (Companhia de Saneamento Básico de São Paulo) e uma companhia de seguros pertencente ao Banco do Brasil. Ambos utilizaram a Lei de Incentivo Fiscal ao Esporte que previu R$ 3,1 milhões em dinheiro para o programa, como mostrou o UOL Esporte.

Inaugurado em setembro do ano passado, o instituto foi construído com “recursos próprios e patrocínios privados”, segundo descrição do seu site. O Barcelona e parceiros do jogador entraram com os recursos da infraestrutura. A intenção era bancar o funcionamento por meio de incentivos fiscais de pessoas “jurídicas e físicas”.

O Ministério do Esporte aprovou a captação do valor para o instituto. Em março de 2015, três empresas fizeram doações que serão descontadas de seus tributos: o Laboratório Sergio Franco, a Sabesp e a Companhia de Seguros Aliança do Brasil, que pertence ao Banco do Brasil.

A subsidiária do banco público, que entrou em fase de contenção de despesas com a nova política econômica do governo, doou R$ 800 mil para o instituto no dia 13 de março. Tornou-se, portanto, o maior financiador do projeto.

“Não há dinheiro público envolvido. Como informado anteriormente, os recursos destinados ao projeto do Instituto Neymar são oriundos da Companhia de Seguros Aliança do Brasil, que é uma das empresas de direito privado que compõem o Grupo Seguros BB Mapfre, e são destinados via lei de incentivo fiscal (Lei do Esporte)”, informou a assessoria da companhia.

Dono da companhia, o BB é um banco público, e o dinheiro de incentivo é descontado integralmente de tributos. A assessoria da companhia informou que pode utilizar a imagem do projeto para sua divulgação, mas ressalta que não há compensação de propaganda de Neymar. Segundo a assessoria, não houve negociação para fechar o patrocínio: foi iniciativa da empresa.

Em meio à crise hídrica do Estado, a Sabesp pediu o reajuste das tarifas de água por enfrentar grave situação financeira por bônus nas contas e queda no consumo. O secretário estadual de Recurso Hídricos, Benito Braga, reconheceu a situação complicada que já gerou demissões. Enquanto pede reajuste à agência reguladora, a Sabesp investiu R$ 530 mil no projeto social de Neymar Jr. no dia 11 de março.

O Ministério do Esporte confirmou que a captação total do projeto até agora foi de R$ 1,370 milhão. Ou seja, além do incentivo fiscal, foi uma subsidiária de um banco público e uma sociedade de economia mista que bancaram o projeto de Neymar praticamente inteiro. As duas empresas poderão descontar de seus tributos o valor doado.

A intenção do instituto é atender 10 mil pessoas, sendo 2.300 crianças no litoral paulista, com atividades físicas, educacionais e culturais. As atividades serão entre as 7 horas e 23 horas.

O blog questionou as assessorias da Sabesp, e o instituto de Neymar, mas não recebeu retorno.

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Última mensagem do Dr. Dale W. Kietzman


 

Essa foi a última mensagem do Dr. Dale W. Kietzman enviada a mim. Ele foi meu mentor e amigo em algumas missões que trabalhamos juntos, sobretudo na Open Doors Mission. Além disso, acompanhei o trabalho dele em muitas missões e organizações cristãs. Só na Wicliff aqui no Brasil, ele trabalhou dezenove anos. Mas estivemos sempre em contato. Ultimamente vínhamos conversando sobre a possibilidade de implantar a DKU (Dale Kietzman University) no Brasil. Ontem, pela manhã, ele nos deixou, certamente, foi chamado para alguma missão impossível celestial. Os caras lá deviam estar precisando do melhor expert em desenvolvimento.

Mensagem resposta do Dale Kietzman

Thanks, Lou, for your note of greeting and news. I had followed on Facebook your journey with the loss of your son. I am so sorry for your loss, and am amazed at some of your musings since then. They have often stimulated my thoughts about grief and loss. I am praying that you will be able to gain momentum again in your many areas of interest.

While the university in Africa is doing quite well, I am increasingly aware that, while it bears my name, I can do little to suggest its course of action. Right now I would say that there is little hope of an expansion into Brazil in the near future.  You have good ideas about specialized areas of instruction, and I would encourage you to move ahead on your own.

I think about the difference between education and consultation, both of which I have been successful in (I think). Educational methods reach a lot more people than you could ever reach by consultation, but with education, you have to generalize, while you can be very specific when consulting with a company about a specific problem. Consulting is easier to execute, while building an educational institution takes a lot of energy and is somewhat risky. In the end, I guess you do that which God puts into your hands.

Sincerely, in Christ’s love,

Dale

(tradução)

Obrigado, Lou, por sua nota de saudação e notícias. Eu segui no Facebook a sua jornada com a perda de seu filho. Sinto muito por sua perda, e estou espantado com algumas de suas reflexões desde então. Elas muitas vezes estimularam meus pensamentos sobre a dor e a perda. Estou orando para que você seja capaz de ganhar um novo ímpeto em suas muitas áreas de interesse.
Enquanto a universidade em África está indo muito bem, estou cada vez mais ciente de que, ao mesmo tempo que ela tem o meu nome, eu posso fazer pouco para sugerir o seu curso de ação. Agora, diria que há pouca esperança de uma expansão para o Brasil em um futuro próximo. Você tem boas ideias sobre áreas especializadas de instrução, e eu gostaria de encorajá-lo a avançar em seu próprio país.
Tenho pensado sobre a diferença entre a educação e a consultoria, nas quais tenho sido bem sucedido (acho). Métodos educacionais podem atingir muito mais pessoas do que você jamais poderia alcançar via consultoria, mas com a educação você tem que generalizar, enquanto você pode ser muito específico ao dar consultoria em uma empresa sobre um problema específico. Consultoria é mais fácil de executar, enquanto a construção de uma instituição de ensino exige um monte de energia e é um pouco arriscado.

No final, acho que você deve fazer o que Deus colocar em suas mãos.

Sinceramente, no amor de Cristo,

RIP Dr. Dale, ao lado do Senhor eterno. O senhor me ajudou muito além do esperado, sempre.

Lou Mello

Procura-se uma nova classe alta

por Nizan Guanaes

Estreia ilustre na RG de março, o publicitário mais arretado do Brasil aponta o grande luxo que anda em falta na lista de compras da elite brasileira

 

O que os americanos e ingleses mais sofisticados têm em comum? Cultura.

Livros e dinheiro são uma mistura perfeita para elegância, savoir faire e bom gosto.

Infelizmente o Brasil, que copia tanta coisa destes dois grandes países, não aprendeu a copiar essa ainda. A pobreza do rapaz rico dos camarotes, estampada na capa da Vejinha, mostra uma classe alta inculta que beira as raias do constrangimento num país cheio de desigualdades.

Ninguém que tenha aberto um livro será capaz de, num mundo desigual como o nosso, abrir champanhes magnum a rufar de tambores e piscar de luzes.

Dinheiro sem livro faz garotos ruidosos e meninas caladas. Gente mal vestida com as melhores grifes. E que não sabe se comportar no mundo.

Gente caipira.

A começar, não sabem falar inglês, inaceitável num mundo global. O mais lamentável ainda é que falam mal português também.

A vida social em Nova York e Londres se passa dentro de universidades e museus, misturando caridade, diversão e cultura. Quando você conversa com pessoas como Tina Brown e Arianna Huffington, elas não são apenas locomotivas sociais, elas são enciclopédias vivas. Sem cultura e sem refinamento intelectual, seremos sempre sinhozinhos e sinhazinhas capiras  mesmo que a gente compre todas as roupas, relógios, fivelas, todos os aviões e carros do mundo.

Este país, apesar de todos os desafios que tem, já é um gigante global. E além de uma nova classe média, ele precisa de uma nova classe alta.

Harvard, Yale, Stanford, Oxford, Cambridge… são centros sociais desse mundo moderno. É lá nessas escolas que se formam o establishment social que vai influir no mundo. No Brasil, nós ainda achamos que esse establishment se forma em Nammos, em Mikonos, ou no Club 55, em St.-Tropez.

Nasci no Pelourinho. Fui a uma universidade bem mais ou menos. Mas em vez de dar uma Ferrari pro meu filho, coloquei ele na melhor escola que São Paulo tem: a Graded. E ele, por conta própria, escolheu fazer o colegial em uma das melhores prep schools dos Estados Unidos. A escola Exeter foi fundada em 1781. Lá estudou Mark Zuckerberg. A biblioteca tem 250 mil livros. E Antonio está estudando latim, fazendo remo e sofrendo pra burro pra entrar na disciplina da escola. Mas isso sim é uma herança.

Meu filho leu mais do que eu, sabe mais do que eu. Está se tornando um homem melhor por dentro e por fora.

Eu acredito que desse jeito construo não só um futuro pra ele, mas construo um futuro melhor pro país. Eu me dedico pessoalmente à educação de minhas crianças. Cada uma tem seu caminho e seu estilo. Passei, por exemplo, uma semana mostrando a Antonio o que era Istambul. E três horas jantando com Zeca, eu e ele, num restaurante três estrelas Michelin em Osaka.

Os brasileiros melhores que nós formamos são a maior contribuição que podemos dar ao futuro desse país. Claro que o caminho não é fácil. Antonio, por exemplo, acostumado à boa vida de um menino em sua idade em São Paulo, luta para se enquadrar à vida espartana e focada em Exeter. Ao acompanhar meu filho e sua luta na tradicional escola, vejo de posição privilegiada como os Estados Unidos e a Inglaterra fabricam grandes mentes a ferro e fogo. Estudantes de história que viram fotógrafos ou vão fazer moda, ou simplesmente serão grandes anfitriões.

Mas em tudo que forem fazer terão a marca indelével da boa educação. E é isso, educação, que nós, a elite, desejamos e cobramos tanto para os pobres que eu cobro para os ricos. Porque é elite estudada, culta e sensível um dos maiores luxos que este país mais precisa.

Fonte: Site Terra/Revista RG

LHM - Desenvolvimento

Que vergonha Timão!

Não é só no campo que o Corinthians deixa a desejar. O programa Sócio Torcedor do Corinthians é pífio, também, se olharmos pelo potencial que o time dispõe com sua torcida milionária. Fui o primeiro, se não me engano, a encaminhar uma prévia resumida de um projeto para programa Sócio Torcedor ao Clube. Há uma cópia desse material no blog Corinthians Yes. Um dos principais diretores à época tomou conhecimento e o recomendou, mas o pessoal preferiu fazer a coisa de forma amadora e incumbiu o diretor de marketing, que não entende nada desse método como ficou claro, de desenvolvê-lo. Uma empresa foi aberta com essa finalidade e o resultado é esse. Equipes de futebol com muito menos potencial estão andando à frente e outras logo ultrapassarão os resultados medíocres do programa corinthiano. Esse resultado abaixo da crítica atinge diretamente o time de futebol, isso sem falar no resto, começando pelo clube que está se deteriorando sem providências à vista.  Talvez esse seja mais um engano dos militantes petistas que têm usado o Timão como curral eleitoreiro. Que vergonha Timão!

Palmeiras chega a 60 mil sócios-torcedores e pode ultrapassar Timão

O programa de sócio-torcedor do Palmeiras atingiu a marca de 60.005 na manhã desta segunda-feira. Confirmando desta maneira o grande crescimento do Avanti, nome do projeto palmeirense (neste mês de novembro, 10 mil torcedores se associaram). De acordo com o Torcedômetro, o ranking do Movimento por um Futebol Melhor, com este número de associados o Verdão ocupa agora a quinta colocação no Brasil.

Se mantiver este ritmo de novas adesões ao seu programa de sócio-torcedor, o Palmeiras poderá superar nos próximos dias o maior rival, o Corinthians, que é o quarto colocado no ranking, com 63.618 sócios. O Cruzeiro, em terceiro com 66.204, também já vê sua posição ameaçada pelo crescimento palmeirense. O líder do Torcedômetro é o Internacional, que tem 125.713. O Grêmio é o segundo, com 80.013.

No ranking dos sócios torcedores, o Palmeiras foi o clube que mais ganhou adesões em 2014. Ao todo, 24.546 se associaram ao Avanti neste ano. Na sequência vem o Corinthians que ganhou 20.167 novos sócios.

O sócio-torcedor do Palmeiras está ainda entre os que mais obtiveram descontos dentro do Movimento por um Futebol Melhor. Desde o lançamento do programa, em janeiro de 2013, os associados acumulam R$ 2,1 milhões em descontos nas centenas de produtos oferecidos pelas empresas que fazem parte do Movimento: Ambev, Unilever, Pepsico, Danone, Burger King, Netshoes, SKY, TIM, BIC, Raízen, Editora Abril, Multiplus e Opte+.

São Paulo é o estado com o maior número de sócios-torcedores com mais de 240 mil, contra 213 mil no Rio Grande do Sul e 100 mil, em Minas Gerais e no Rio de Janeiro.

Fonte: MSN Esportes

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Ao planejar, o “O – M – R” é ótimo.

Julie ChristieJulie Christie

Acho que já escrevi, aqui, sobre alguns de meus mentores. Pessoas de carne e osso que, inadvertidamente, modificaram minha vida de forma definitiva. Zenon Lotufo Jr, Russel P. Shedd, Louise Mackney e o Dale W. Kietzman estão entre elas. Estava fuçando o último número da Revista Ultimato e encontrei um artigo sobre o Dr. Dale.

Eu o conheci nos meus tempos na Missão Portas Abertas. Naquela época, ele era o Vice-Presidente para a América Latina, naquela organização. Vinha dos Estados Unidos, de tempos em tempos, para direcionar e supervisionar o andamento da base brasileira que ele fundou. Em seu currículo há o registro de um trabalho importante no Peru e dezenove anos no Brasil, trabalhando com a Missão Wicliff, em tradução da Bíblia para línguas indígenas. Ele obteve o doutorado em Antropologia, lá no Wheaton College, onde o Dr. Russell P. Shedd e a Dra. Louise Mackney estudaram e lecionaram.

Assim que me conheceu, (eu chegara de uma viagem à Albânia, onde estive com o pessoal da Slavic Gospel Association) ele me convidou para fazer parte da equipe de Portas Abertas, no Brasil. Dividiu os trabalhos escalando um idiota qualquer para a administração, outro para pesquisa e eu para desenvolvimento e programa. Como eu não tinha a menor ideia das minhas atribuições para o cargo, ele providenciou um treinamento intensivo e fez de mim o mais bem preparado homem de desenvolvimento para organizações sem fins lucrativos cristãs. Até hoje, não encontrei ninguém tão bem equipado para essa tarefa. Pena que as organizações não saibam (e não acreditem) nesse detalhe.

Dentre tudo que aprendi, e tive a obrigação de colocar em prática, estava o O-M-R. Acontece que todos os passos precisavam ser cuidadosamente planejados. Além disso, promovíamos e participávamos de muitas reuniões e o O-M-R tornou-se a ferramenta indispensável para planejar essas tarefas e ocasiões.

Existem muitos métodos para planejamento, no mercado. Tem o APO, PPP, Zopp, etc… Atualmente utiliza-se muito o PE (Planejamento Estratégico). Na verdade, todos eles são métodos úteis para o Planejamento Estratégico. Gosto muito do O-M-R por causa da simplicidade e praticidade dele. Desde que aprendi a utilizá-lo, incorporei-o de tal maneira que ele está automatizado em mim. Quando participo de qualquer reunião, ele entra em funcionamento, sem que eu precise apertar qualquer botão.

O-M-R significa: Objetivos, Métodos e Recursos.

Escrevi uma pequena apostila sobre o O-M-R, se houver interesse é só solicitar. Posso mandar um arquivo pdf contendo esse texto.

Assim o O-M-R torna-se um bom presente e uma solução legal para as pessoas e suas situações.

 

Publicado originalmente no blog A Gruta do Lou

Os truques de Steve Jobs

Ele usava frases curtas, recursos gráficos simples e a infalível regra dos dez minutos (Foto: Getty Images)

Entre as múltiplas facetas de Steve Jobs (1955-2011) estava a de exímio apresentador. Na Macworld, a feira anual da Apple, as apresentações de Jobs se tornaram eventos em si. “Steve Jobs foi o mais cativante comunicador que já existiu num palco”, diz o coach em comunicação Carmine Gallo, autor do livro Faça como Steve Jobs – E Realize Apresentações Incríveis em Qualquer Situação. Segundo diversos neurocientistas, não foi por acaso que Jobs fez tanto sucesso com as plateias. Estudos mostram que o ex-CEO da Apple moldou suas palestras e conferências de forma a maximizar a atenção do cérebro humano. Eis as principais táticas de apresentação de Steve Jobs.

+Sem bullet
Jobs era adepto da simplicidade visual. Nada de bullet points ou recursos gráficos sofisticados. “O cérebro é preguiçoso, e assimila melhor os elementos visuais simples”, diz o professor de neurociência Gregory Berns, da Emory University.

+Frase curta
O ex-CEO da Apple costumava criar chamadas curtas que resumiam o teor da sua apresentação. Na Macworld de 2008, ao apresentar o MacBook Air, disse: “É o mais fino notebook do mundo”. “A frase curta, repetida, é a melhor forma do cérebro gravar uma mensagem”, diz a professora de psicologia cognitiva Susan Gathercole, da York University.

Jobs estudava cada ação que faria no palco. É a ciência a serviço do marketing

+O poder dos números
Jobs fazia um breve resumo no início da apresentação em itens numerados: 1, 2, 3… Ao dizer, por exemplo, “A primeira coisa que vou falar”, o telão exibia o número 1. Segundo Berns, a associação de números com tarefas tem efeito poderoso sobre o córtex parietal posterior, região responsável pelo planejamento das ações.

+Convidados especiais
Dividir o palco com convidados é outro truque. Segundo Stephen Kosslyn, de Harvard, tal expediente é essencial à assimilação de mensagens quando as duas metades do cérebro estão mal utilizadas, e o pensamento não está focado. Numa apresentação longa, é normal a fadiga, e o cérebro entra no piloto automático. Chamar um convidado causa um “chacoalhão” cerebral.

+A regra dos dez minutos
Ele guardava a principal atração da conferência para ser exibida a exatamente dez minutos do seu início. Por exemplo, o comercial de TV do iTunes e do iPod na Macworld de 2007. Os minutos eram cronometrados. “É quando as pessoas começam a olhar o relógio”, diz Medina. “Dez minutos é o tempo exato para o cérebro começar a ficar entediado.” 


Os vilões
Criar antagonistas é um bom truque em apresentações. Jobs nomeava vilões e colocava a Apple como a heroína a combatê-los. Diz a neurociência: o cérebro é desenhado para identificar e sobreviver aos inimigos


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Por que Mark Zuckerberg, Justin Timberlake e Larry Page estão tomando um banho de gelo

Fonte: 15/08/2014 13h46 – ATUALIZADA EM: 15/08/2014 16h57 –  POR ÉPOCA NEGÓCIOS ONLINE

Dica: Marcelo Estraviz

Tim Cook, Sheryl Sandberg e Adam Levine também entraram nessa onda

Pegue um balde. Coloque água. Adicione gelo. Ligue a câmera. Agora despeje o conteúdo sobre a sua cabeça. Compartilhe o vídeo em suas redes sociais e convide mais três amigos para o desafio. Pronto!

É assim que se participa do Ice Bucket Challenge. A iniciativa, que viralizou nas redes sociais, especialmente nos Estados Unidos, está ganhando adeptos notáveis. Aqui no Brasil, a notícia começou a se espalhar especialmente depois que Mark Zuckerberg, o CEO do Facebook, compartilhou seu vídeo. Mas o cantor Justin Timberlake e os fundadores do Google, Larry Page e Sergey Brin também entraram na brincadeira.

Há uma história por trás da piada. O Ice Bucket Challenge está sendo usado para divulgar a instituição ALS Association, uma ONG dos Estados Unidos que ajuda pacientes com esclerose lateral amiotrófica (ELA, na sigla em português) e apoia pesquisas sobre a doença. Aqueles que são marcados nas redes sociais para o desafio têm duas opções: doar dinheiro para a ALS ou encarar o balde de água fria.

Com a viralização da história, a ALS Association tem conseguido se beneficiar de duas maneiras: ao mesmo tempo em que recebe doações, tem seu trabalho divulgado para muitas e muitas pessoas. Segundo uma nota divulgada pela ONG nesta sexta-feira (15/08), as doações de 29 de julho a 15 de agosto totalizaram US$ 9,5 milhões, cerca de seis vezes mais do que o arrecadado no mesmo período do ano passado. Eles também ganharam mais de 184 mil novos doadores.

Ninguém sabe exatamente quem é o dono da ideia do balde de água. Segundo o site Slate, muita gente (e a própria ALS) estão dando o crédito para Pete Frates, um ex-jogador de basquete que foi diagnosticado com esse tipo de esclerose em 2012. No entanto, segundo o repórter Will Oremus, o desafio na verdade era uma brincadeira entre atletas de diferentes modalidades. Aqueles que se recusassem a receber um banho de gelo teriam que doar US$100 a uma instituição de caridade (qualquer uma).

Fato é que a ALS está se dando bem e nós estamos nos divertindo muito. Separamos vídeos e fotos de pessoas famosas que vão deixar a sua sexta-feira um pouco mais engraçada:

Jeff Bezos (Amazon)

 

Larry Page e Sergey Brin (Google)

 

 Mark Zuckerberg

Mark Zuckerberg (Foto: Reprodução/ Facebook)

Adam Levine

 

Satya Nadella (CEO da Microsoft)

 

Tim Cook (CEO da Apple)

 

Justin Timberlake

Justin Timberlake joga balde de água fria (Foto: Reprodução Instagram)

 

Dick Costolo (CEO do Twitter)

Dick Costolo, CEO do Twitter (Foto: Reprodução Vine)

 

Sheryl Sandberg

Sheryl Sandberg ao lado de equipe do Facebook  (Foto: Facebook )

 

Consultor em Administração e Marketing para Organizações Cristãs

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