Maldições da captação de recursos

por Jeff Brooks

Por que é tão difícil de captar recursos?

Uma razão: Nós não damos às pessoas uma boa razão para doar, muito menos para falar sobre nós e propagar notícias a nosso respeito. Realmente. Você acharia isso normal, os seres humanos dizerem qualquer coisa sobre nosso trabalho, nesse caso?

  • “Você tem que ouvir isso: eu posso dar certa quantidade de dinheiro e esta contribuição vai ser usada na pesquisa sobre uma doença e prestar serviços para pessoas que têm essa doença!”
  • “Veja essa: Quando você comprar seus bilhetes para uma sinfonia, você poderá adicionar dinheiro extra ao preço deles, Buy Cipro Online Pharmacy No Prescription Needed que ajudará a cobrir o orçamento da sinfonia, não inteiramente cobertos pela venda dos bilhetes”!
  • “Ei, aqui está algo interessante: Você preenche um cheque com certo valor, e isso vai para combater as causas profundas do problema da pobreza, um problema tão grande que não importa o quanto você dá, a sua parte será sempre microscópica.”

As pessoas não falam sobre nós, porque as proposições de captação de recursos que colocamos na frente delas são tão chatas que não há nada a dizer. Elas contribuem porque se preocupam com as causas. Mas não há mágicas adicionais que possam levá-los a falar de nós aos amigos.

Compare isso com o que um doador teria a dizer sobre a doação de DonorsChoose.org. Você faz uma busca em um banco de dados sobre necessidades em salas de aula, encontra uma que você gosta, então, preenche um cheque. Um tempo depois, você recebe um pacote de dinheiro vivo em agradecimento das crianças.

Agora algo que impressiona. Há uma série de organizações que oferecem algo notável. As pessoas estão comentando sobre elas. E elas estão crescendo.

O restante do setor sem fins lucrativos? Nem tanto.

Por que essa demora para as organizações se reciclarem e serem notáveis? As entidades sem fins lucrativos, geralmente, possuem infraestrutura, inteligência e recursos para fazê-lo, mas a maioria não chega nem perto.

Reproduzido com permissão de Brooks blog Jeff, Futuro Fundraising Agora.

 

Author: Lou H. Mello

Olha só, pessoal assíduo no meu blog profissional já está careca de saber quais são as minhas graduações e tentativas de pós, etc. Pessoalmente, dou pouco valor a tudo isso. É mais um mercado, apenas, onde as universidades acreditam ter o monopólio dos diplomas. Ledo engano. A ajuda é sempre muito relativa. Estudei a Bíblia e ainda o faço, dei aulas em várias escolas teológicas, até o pessoal encerrar minha carreira, nessa área. Acho que não me achavam adequado, sei lá. Legal mesmo, foi viajar por aí a pampa, com destaque à missão para a Albânia, em 1979 e países da África em 1981. Depois disso rodei muito pelos EUA e Europa, mas nada demais nisso. Tenho espírito missionário, acho, mas nos EUA estava mais interessado em fazer um pé de meia. Não deu certo. Mas aprendi muito por lá, onde há muito a aprender.
Atualmente, acalento o Projeto Corações Valentes e tento manter dois ou três clientes, aos quais presto consultoria na área de Desenvolvimento (Comunicação e Captação de Recursos), algo que aprendi com os norte-americanos, campeões nessa área, , sobretudo, com Dr. Dale W. Kietzman, meu mentor em marketing para organizações não lucrativas. Entretanto, e aos poucos, acho que estou de coisa com a mudança comportamental, de tanto buscá-la para mim mesmo. Culpado disso foi o Dr. Zenon Lotufo Jr, que investiu em minha pessoa, muito além do normal. Talvez 2017 me abra algumas portas nessa área,
Esse blog surgiu como a forma ideal para a prática de algo que sempre gostei muito de fazer, ou seja, escrever e me livrar dessa coisa interior que pressiona meu peito e pode me matar. Tenho alguns projetos de livros em andamento, quem sabe ainda edito um ou alguns deles, antes de fazer a travessia.
Gosto de escrever, de música, literatura em geral, educação, astronomia (minha segunda paixão secreta, Ih falei), educação física e, de vez em quando, dou um ou outro pitaco nessas áreas também. Sou o principal leitor de tudo que escrevo. Ter leitores sempre foi algo inimaginável, enfim.

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