A Olimpíada do Rio foi bem administrada

Managing Olimpics Games

Stephen Kanitz

 As Olimpíadas Foram Bem Administradas. Surpresa?

A Administração de Olimpíadas é um assunto que muito se estuda nas faculdades de administração do exterior, por ser o evento administrativo mais complexo da humanidade.

120.000 pessoas precisam ser coordenadas, num espaço de 2 semanas, com precisão de minutos, pois atrasos não são permitidos.

A cada evento olímpico aprendemos alguma coisa.

Temos até o termo Legacy, para designar o que cada olimpíada, a de Londres, Grécia, Alemanha tem a nos ensinar, e as aplicamos nesse evento do Rio.

Não foi uma administração brasileira que vimos, mas um legado do aprendizado de todas as Olimpíadas anteriores.

Administração é basicamente o ensino de boas práticas coletadas, estudadas, adaptadas e repassadas a gerações seguinte.

É muito triste ver a surpresa geral da nação brasileira com o fato das olimpíadas do Rio terem sido bem administradas.

Essa surpresa decorre do fato de que, nos 4 anos que tivemos de antecipação, nenhum jornalista brasileiro fez uma única matéria sobre Administração de Olimpíadas.

Nenhuma revista de negócios ou jornal procurou um único administrador que nos teria possibilitado antever e ter confiança que esta olimpíada funcionaria.

Conheço praticamente todos os principais jornalistas desse país, e todos sabem que sou formado em administração, e posso afirmar que somente um me procurou para falar sobre High performance management (HPM).

Artigo que acabou não sendo publicado.

Em outros países aprendizados com eventos como essas Olimpíadas são usados por empresas de administração, aprendizados sobre motivação, busca pela excelência, organização de desempenho, etc.

Nada disso aqui é repassado.

Não seremos melhor administrados apesar da Olimpíada do Rio ter sido bem sucedida.

Nossos clubes esportivos brasileiros, todos quebrados, nada aprenderão.

Nada aprendemos, mais uma vez.

E acham que assim o Brasil, como uma avestruz, dará certo.

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Author: Lou H. Mello

Olha só, pessoal assíduo no meu blog profissional já está careca de saber quais são as minhas graduações e tentativas de pós, etc. Pessoalmente, dou pouco valor a tudo isso. É mais um mercado, apenas, onde as universidades acreditam ter o monopólio dos diplomas. Ledo engano. A ajuda é sempre muito relativa. Estudei a Bíblia e ainda o faço, dei aulas em várias escolas teológicas, até o pessoal encerrar minha carreira, nessa área. Acho que não me achavam adequado, sei lá. Legal mesmo, foi viajar por aí a pampa, com destaque à missão para a Albânia, em 1979 e países da África em 1981. Depois disso rodei muito pelos EUA e Europa, mas nada demais nisso. Tenho espírito missionário, acho, mas nos EUA estava mais interessado em fazer um pé de meia. Não deu certo. Mas aprendi muito por lá, onde há muito a aprender.
Atualmente, acalento o Projeto Corações Valentes e tento manter dois ou três clientes, aos quais presto consultoria na área de Desenvolvimento (Comunicação e Captação de Recursos), algo que aprendi com os norte-americanos, campeões nessa área, , sobretudo, com Dr. Dale W. Kietzman, meu mentor em marketing para organizações não lucrativas. Entretanto, e aos poucos, acho que estou de coisa com a mudança comportamental, de tanto buscá-la para mim mesmo. Culpado disso foi o Dr. Zenon Lotufo Jr, que investiu em minha pessoa, muito além do normal. Talvez 2017 me abra algumas portas nessa área,
Esse blog surgiu como a forma ideal para a prática de algo que sempre gostei muito de fazer, ou seja, escrever e me livrar dessa coisa interior que pressiona meu peito e pode me matar. Tenho alguns projetos de livros em andamento, quem sabe ainda edito um ou alguns deles, antes de fazer a travessia.
Gosto de escrever, de música, literatura em geral, educação, astronomia (minha segunda paixão secreta, Ih falei), educação física e, de vez em quando, dou um ou outro pitaco nessas áreas também. Sou o principal leitor de tudo que escrevo. Ter leitores sempre foi algo inimaginável, enfim.

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